Esporadicamente


7DICASA escolha da agência de intercâmbio é uma das etapas mais importantes na hora de planejar sua viagem para estudar no exterior, para planejar a realização desse sonho (como geralmente é). A agência te orientará e ajudará em tudo que é preciso e é por isso que precisa ser bem escolhida. Antes de qualquer coisa, é preciso ter confiança e observar o histórico da agência. 

7 dicas práticas: 

1 – Pesquise na internet
Geralmente, as pessoas comentam sobre suas satisfações e insatisfações sobre serviços e produtos na internet. Pesquise o nome da agência, observe sua reputação. Nessa hora, o Google é um ótimo parceiro! Hehe…

2 – Pergunte a quem conhece
Nesses sites, encontre alguns usuários da agência, pergunte se gostaram e se recomendam a agência. É legal saber quem atendeu e pegar o contato direto.

3 – Não contratar a primeira agência que encontrar
Pesquise! Converse com mais de uma, compare preços e propostas. Isso te fará economizar.

4 – Avalie o atendimento
Avalie se está sendo bem atendido. Quando estiver fora, pode precisar do auxilio da agência então, o bom contato (quando ainda está no seu país de origem) é primordial.

5 – Não tenha pressa
Tente programar sua viagem com a maior antecedência possível. Isso te fará tomar atitudes com calma, pesquisar preços, avaliar melhores condições. Observe caso a agência te apresse e entenda o porque disso!

6 – Avalie o que pode ser fechado por fora
Algumas agências de intercâmbio atuam como agência de viagem também e vendem pacotes. Na maioria das vezes, sai mais barato programar sua viagem quando já estiver lá por perto. Não tenha medo de perguntar mas tome cuidado com os “combos”. Vale avaliar quanto vale a comodidade de ir viajar com tudo prontinho.

7 – Tenha tudo por escrito
Ter os contratos e contatos é fundamental em qualquer negociação. Guarde os emails (pelo menos até um tempo depois de seu intercâmbio acabar). 

Já teve alguma experiência com alguma agência? Conte pra gente aqui nos comentários!

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Algumas pessoas entram em contato comigo para tirar dúvidas sobre intercâmbio e algumas se tornam minhas amigas (ou amigos), como foi o caso do Ju (como o chamo carinhosamente por causa do “Júnior” de seu nome). Ele mora em Americana, no interior de São Paulo e queria ir para Cambridge no final do ano passado. Acabou que ele foi parar na Nova Zelândia, ficou de dezembro de 2013 até março passado e a história dele é bem legal. Vem ver!


ImagemMeu nome é Roberto Magossi Jr. e a pedido da Thay, vou tentar relatar aqui um pouco sobre o intercâmbio que fiz recentemente para a Nova Zelândia, em Auckland. Quando eu estava com a ideia de fazer a viagem, pesquisei vários blogs e textos na internet (inclusive esse e por isso conheci a Thay) para saber de pessoas que já tinham feito intercâmbio e isso me ajudou muito, e por isso quis escrever também. Acho que isso pode ser importante/útil pra alguém. 😉

TEMPO
Minha viagem não foi de duração longa, foram três meses de experiência. A primeira dúvida, de muitas, que geralmente surgem são: Qual o tempo ideal para um intercâmbio? Quanto é muito ou quanto é pouco tempo para melhorar ou aprender o inglês? Isso é bem simples, vai depender de quanto tempo e dinheiro que você tem disponível para realizar a viagem. Obviamente, quanto mais tempo ficar, mais seu inglês vai progredir e aí vem outra questão: Vale a pena fazer um curso com duração de um ou dos meses? Na minha opinião e sem dúvida alguma: SIM. A experiência que você vai ter será sensacional. É bastante comum encontrar pessoas que ficam pouco tempo, eu encontrei muita gente que ficaria apenas um mês.

PAÍS
A questão de qual país escolher também vai muito do gosto de cada um. É legal pesquisar bem os países que você esta pensando e ver o qual mais combina com você. Questões climáticas são importantes, valor da moeda, lugares para visitar, assim como sua vontade/desejo e também sua personalidade. Optei pela Nova Zelândia por diversos fatores, entre as principais: clima e o país ser bastante adepto a esportes radicais, além de ter recebido indicações positivas de pessoas que já foram para lá. O lado “não tão bom” existe em todos os casos, no meu acredito que foi ter que aguentar uma viagem de 14 horas.

MORADIA
Essa é uma das maiores dúvidas de todos. Onde ficar? Casa de nativos ou hostel? A maioria dos textos que li sobre isso na internet, ou pelo menos a maioria deles, ficavam “em cima do muro”, ou seja, diziam basicamente que os dois locais tem seus lados positivos e negativos. E acredite, é verdade, mas em partes, pois isso é relativo. Fiquei em casa de nativos e em hostel nesse período que passei lá. Vivi os dois lados. Minha preferência acabou sendo por hostel. Acredito ser bastante difícil citar pontos positivos e negativos, pois pra mim isso é relativo, como já citei. Por exemplo, em casa de família nativa (as host-families) geralmente você tem café da manhã, jantar e roupas lavadas. Em hostel não. Você tem que comprar e cozinhar sua própria comida e lavar suas roupas. Mas, por outro lado, tem mais liberdade em geral. Qual acha melhor? Viu como é relativo? Algumas pessoas podem preferir fazer sua própria comida ou preferir restaurantes, preferir lavar suas próprias roupas e etc, etc, já outras, não. Minha preferência por hostel foi por alguns motivos, como ser mais próximo ao centro e à escola.

Ao contrário da casa de família, você pode escolher o seu hostel. Fui ao Google maps, localizei minha escola e depois encontrei um hostel próximo. Tive uma ideia se o hostel era bom baseado em opiniões do TripAdvisor. Basicamente quando fiquei em casa de família (fiquei por 2 semanas), cai numa casa em um bairro distante e demorava em torno de uma hora pra chegar na escola entre ônibus e caminhada. No hostel gastava menos da metade do tempo. Não sabia cozinhar quando fui fazer a viagem. Aprendi algumas coisas lá. No hostel você faz muitos amigos e aprende muitas coisas com eles. Depois de um tempo, em um grupo de 3, íamos ao supermercado e dividíamos as compras para ficar mais barato. Às vezes cozinhávamos juntos ou dividíamos e um cozinhava para todos e os demais lavavam a louça, fazíamos o famoso “quem cozinha não lava” e funcionava bem. Quando a preguiça batia, íamos para restaurantes, já que estávamos próximos ao centro da cidade. O que mais gostei no hostel é que, assim como na escola, você faz bastante amigos e pratica bastante seu inglês. Enfim, eu gostei mais de ficar em hostel, mas também conheci gente lá que adorava a (host)casa e sua host family.

ESCOLA
Fiquei na Kaplan. Gostei muito. Optei por ela basicamente por referências de outras pessoas. Não sei sobre outras escolas, então não posso falar muito sobre. Acredito que sejam boas também! A Kaplan da NZ eu indico. Ficava na escola das 8h às 15h diariamente.

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Tente conhecer e aproveitar o máximo o país. Como tinha escola todo dia até 15h, aproveitava o resto do dia para conhecer os pontos turísticos e legais da cidade e nos finais de semana aproveitava para viajar pelo país. Geralmente fazíamos um grupo de pessoas e alugávamos carro/van ou íamos com ônibus da escola. Essa é uma das melhores partes do intercâmbio.
Na NZ conheci varias cidades da Ilha Norte (onde eu estava) e da ilha sul. Há possibilidade de conhecer países vizinhos, como a Austrália, por exemplo.

Boa sorte a todos e aproveitem cada momento!
Cheers,
Roberto.

 

PERGUNTAS

E, ficou uma pergunta no ar, né… O plano inicial não era ir para Cambridge e até por este motivo encontrou este blog? Por que mudou de opção e foi parar na Nova Zelândia?
Achei o blog meses antes, quando estava decidindo sobre a viagem e os países que gostaria de ir. Inglaterra estava entre eles, juntamente com Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Escolhi a NZ por alguns fatores que influenciaram para mim: Clima, valor da moeda, natureza, esportes radicais e indicações de pessoas que já tinham ido.

Você conviveu com muitos brasileiros lá? Acha que atrapalhou no seu aprendizado de inglês?
Convivi com alguns brasileiros sim. Não acredito que tenha atrapalhado meu aprendizado pois sempre havia pessoas de outros países junto, então todos falavam a língua inglesa.

Sentiu muita diferença do inglês americano para o que aprendeu lá? Teve dificuldade?
A dificuldade foi no começo com o próprio inglês. Muitos termos, às vezes gírias e pessoas “falando rapidamente” foram algumas dificuldades de início. Depois você acostuma, aprende de verdade, mas a diferença para o inglês que aprendemos aqui é pouca.

Quer fazer alguma pergunta ao Ju? Mande aqui no comentário…

Beijos e espero que tenha gostado!
Thay

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Oie! Se chegou até aqui, é porque, provavelmente está pensando em ir para Cambridge ou fazer um intercâmbio por lá, certo? A maioria das pessoas acha meu blog por este motivo… Se for isso, peço a gentileza de deixar suas dúvidas aqui. Seja nos textos, neste post… Sem querer ser chata, mas a maioria das pessoas têm dúvidas parecidas e também, acredito muito na troca de experiências que pode surgir por aqui, aproximação de pessoas, já sanar mais dúvidas de outros e assim vai… Estou aqui, super disposta a ajudar, até mesmo porque como já disse, quando eu fui, não encontrei nenhum canal ou pessoa que já tivesse ido e pudesse me ajudar.

Grande abraço!

Thay

Já faz mais de um ano que voltei do meu intercâmbio em Cambridge e infelizmente, no momento, não dá para fazer outro… Bem que eu gostaria, hehe… Mas, curiosa, quero saber como andam as coisas por lá e se muita coisa mudou. Uma amiga ficou os três meses que fiquei, voltou para o Brasil e depois voltou para lá para ficar por um ano! Dalila está recém-chegada ao Brasil e vou aproveitar para matar um pouco da curiosidade de algumas coisas e da saudade do sotaque dessa “acreúcha” (pois é gaúcha e mora no Acre, hehe) que tanto gosto! A única coisa que não gosto nela é ela ser Colorada, rs. Fiz 10 perguntas do que achava interessante e dos assuntos mais perguntados nos outros textos aqui no blog.

Amiga, muuuito obrigada por ter respondido, viu!!! Vamos “dar um help” ao pessoal que vai pra “cidade sem cor” ! 😉

Enjoy people!

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Dalila em Londres, Liverpool, Copenhagen e comigo, na Kaplan


1 – Você ficou em Cambridge por 3 meses, depois voltou para ficar um ano. Valeu a pena pelo aperfeiçoamento do seu inglês?

Valeu a pena sim. É claro que a pessoa tem que ser esforçada e tentar conhecer mais pessoas de outros países e falar pouco a língua nativa. No começo é complicadinho, é muito mais fácil fazer amizade e conversar com alguém do seu país. Não pode deixar isso tomar conta.

2 – Pensou ou conseguiu trabalho lá para ajudar nos gastos? Tentou, ficou sabendo de alguém que trabalhou? Teve experiência com isso?

Tentei trabalhar lá sim. Mas como sou do Brasil meu visto era só de estudante, então não foi possível, mas se a pessoa tiver qualquer passaporte Europeu, pode trabalhar sim e é bem fácil de conseguir emprego em Cambridge. Vários amigos meus conseguiram.

3 – Quando ficamos lá na mesma época, eu fiquei na residência estudantil e você em casa de família. Depois, quando voltou para ficar um ano, preferiu a residência também? Por quê?

Eu preferi a residência pela localização, mas principalmente pela independência, como já morava sozinha no Brasil era estranho ter que avisar que não ia jantar em casa ou se ia ou não dormir em casa. Os nossos “pais” não ficam querendo satisfação completa de nossas vidas, mas é educado avisar e foi só por esse motivo que resolvi mudar para a residência. Ficar em casa de família é maravilhoso, você tem a oportunidade de conversar com nativos, pegar bastante o sotaque, não ficar tão sozinho no começo. Mas a residência é diferente, às vezes tem seus problemas como a cozinha suja ou o barulho, mas isso não é algo comum de acontecer. Na residência você faz amigos de todo o mundo e tem uma vida bem movimentada como jantas com a galera, “esquentas” para festas e tudo mais. As duas opções são ótimas oportunidades. Só depende do que a pessoa está procurando.

4 – Na época que fui as “regras da residência” estudantil da Kaplan, Tripos Court estavam começando a serem quebradas, como barulho, entrada de pessoas, etc… Ultimamente, vi fotos de festas na cozinha, entrada de bebidas… Acha que não existem mais regras lá e já que era o que os alunos queriam eles liberaram ou perderam o controle?

Na verdade, as regras sempre foram quebradas, existem festas, gente de fora entrando na residência depois das 23h e a entrada de bebidas alcoólicas. Essas coisas ainda são proibidas, mas os alunos sempre dão um jeito. Na Tripos as pessoas são adultas, então se tu faz a tua festa, mas depois organiza tudo, os seguranças dão uma aliviada pra ti. Nem sempre é tão fácil. A questão é ter um bom relacionamento com os seguranças pra conseguir algumas “regalias” e ter noção que existem mais pessoas morando lá. Respeito em primeiro lugar. Sempre. E uma boa convivência com todos.

5 – Recebo muitas perguntas aqui no blog de pessoas em dúvida se vão pra Cambridge ou pra Oxford. Qual é a sua opinião?

Não posso falar de Oxford, pois não fui lá. Sim, me arrependo de não ter ido. Mas Cambridge é encantadora, apaixonante, cinzenta e linda. Uma cidade pequena onde tu consegue fazer tudo de bicicleta, o transporte público é maravilhoso e pontual, com vários restaurantes e ótimas festas. É uma cidade pequena com um número elevado de idosos. Existem parques e lagos por toda a cidade. Não tem como não se apaixonar.

6 – Você passou por experiências bem diferentes lá em Cambridge, primeiro ficou por 3 meses e agora por 12. Me perguntaram algumas vezes sobre o tempo de estudo, pois algumas pessoas só podem passar um mês e outras até mais. O que você acha sobre o tempo de intercâmbio?

O intercâmbio é uma experiência única independente do tempo que tu passe, conheci gente que ficou só duas semanas e amou. É claro que pra tu aprender mesmo o inglês, é melhor ficar mais tempo, a não ser que você já seja muito bom e queira praticar o “speaking”, mas se eu posso dar uma dica é, ficar o máximo de tempo que você puder. Como eu fiquei um ano, tanto aprendi muito bem o inglês, como viajei e conheci muita gente.

7 – Você conheceu Cambridge em todas as estações. Qual acha melhor para estudar, sair? Sofreu muito como frio?

Eu tive muita sorte, pois em 2013 nós tivemos um verão lindo, mas tem muito MUITO brasileiro nessa época e é bem dificil manter o inglês, eu prefiro o outono, a cidade fica linda, é mais frio, porém suportável, dá pra andar de bicicleta por todo lado… Cambridge é linda em todas as estações! No verão os parques são cheios, todos fazem churrasco por todo o lado e existem vários festivais, mas o outono sempre será o outono.

8 – Baladas. Continua só Ballare, Nucha e uns Pubs ou as coisas mudaram?

As baladas ainda são as mesmas! Cambridge é uma cidade pequena e é sempre a mesma coisa. Mas sabe aquela coisa, igual mas diferente a cada vez? Como sempre tem gente nova, em toda festa tem algo novo acontecendo. Eu por exemplo, se deixei de ir a Ballare 4 quintas em um ano inteiro foi muito. Hahahaha

9 – Quanto a viagens pela Europa e lá por perto… Recomenda?

Coooooooom certeza!!!!!!!!!!!! É muito barato viajar de um lugar para outro. Eu conheci 11 países diferentes e me arrependo de não ter ido a mais! Easyjet e Ryanair decorem esses nomes, salvem esses links!

10 – Faria outro intercâmbio ou não aguenta mais ficar longe da família e de casa depois de tanto tempo? (Hehe…)

Por mim eu ainda não teria voltado pro Brasil. Foi a melhor experiência da minha vida! Recomendo com certeza! A saudade da família bate forte e as vezes tu se sente sozinho, não vou mentir. Mas é só tu abrir a janela e olhar pra fora que tudo vale a pena. E saber que aquilo é uma fase da tua vida, então temos que aproveitar muitooooo que passa muito rápido!!

Achei um site que explica bem o que a cidade tem… Cambridge – uma cidade inspiradora

Espero que tenham gostado! 😉

Qualquer dúvida, mande aqui nos comentários, assim, vamos centralizando tudo e ajudando mais gente.

Bjinhos.

A Música II

Posted on: 21/11/2013

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Já faz um tempo que quero falar sobre ela… A MÚSICA. É um amor que quero descrever, um sentimento que quero expor.

Às vezes, enquanto ouço uma música, fico “viajando” nela. Fico prestando atenção em quais instrumentos foram usados, como, quando, e fico abismada pensando: como a pessoa que fez essa música pensou em colocar esse instrumento neste momento, nesta nota, neste tom? Como ela pensou nesse ritmo, nessa melodia??? =O E sempre me dou a mesma e única resposta: é um dom (e estudo também, claro, mas isso é consequência).

Eu sou cantora profissional de banheiro e videokê, né? (rsrs) E, com todo meu nenhum conhecimento, às vezes tento alcançar alguns tons e percebo que cantar, não é para qualquer um não… Meus vizinhos que me desculpem!!! =S Para mim, todos que fazem e trabalham com a música têm dons e isso é lindo, é de Deus. A música espanta meus males! 😉

Eu vivo música. Ouço música o dia inteiro, no trabalho, no trânsito, em casa. Ela me dá concentração (às vezes tira também), paz, liberdade, alegria, tristeza, sofrimento, amor, saudade, lembranças, força, ânimo… Eu não ouço música, eu sinto música. A música me faz companhia, me faz sentir-me viva, faz meu coração bater em seu ritmo.

A trilha sonora da minha vida tem de tudo, tudo meeeesmo!!! De funk a jazz, de sertanejo a rock, todos os ritmos, todos os tipos. Mas, o que mais tem é Laura Pausini, rsrs. Sou fãzaça dessa mulher, nessa e em todas as vidas que eu viver, certeza! (Uuuui, rs).

Queria me lembrar da primeira vez que senti música e fui conquistada… Minha família é muito musical, minha mãe e tios cantavam, avô e tia tocam piano, teclado, violão e eu sempre ali do lado… Com 5, 6 anos, colocava os discos da Dionne Warwick e da Elis que minha mãe tinha, deitava no chão com a orelha na caixa de som e lá ficava. Amava.

No meu celular, neste momento tem: Ana Cañas, Ana Carolina, Anitta, Armandinho, Baia, Beyoncé, Boy, Cachorro Grande, Casa Volante, Celine Dion, Charlie Brown, Christina Perri, Daniela Procopio, Ellen Oléria, Exalta, Felipe Portilho, Filipe Catto, Gabriel Moura, Girls, Gotye, Greice Ive, Ivete, Jake Bugg, James Arthur, Jason Mraz, Jessie J, Jullie, Kelly Clarkson, Kodaline, Laura Pausini, Liah, Mallu Magalhães, Mariana Aydar, Marisa Monte, Miguel, Mumuzinho, Natiruts, Nerina Pallot, Nickelback, Nx, Oasis, One Direction, Patricia Marx, Planar, Rihanna, Roberta Sá, Rouge, Sandy, Santana, Seu Jorge, SPC, Tiago Iorc, Vanessa Longoni e Wander Wildner!  E eu mudo toda semana!!! Senão me engano, são quase 70 GB de música no meu laptop. Pouco ainda… rs.

Com todo esse amor, com o amor que não consigo expressar e com tudo isso que acabo de escrever, resolvi homenagear a música. Tatuei uma clave de Sol no pulso esquerdo para representar este sentimento… A foto que abre o texto.

“Mostre-me um lar em que habite a música, e mostrar-lhe-ei um lar, feliz, tranquilo e alegre”. – Longfellow

“Sem a música, a vida seria um erro.” – Friedrich Nietzsche

“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.” – Arthur Schopenhauer

“O homem que não tem a música dentro de si e que não se emociona com um concerto de doces acordes é capaz de traições, de conjuras e de rapinas.” – William Shakespeare

“Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música.” – Aldous Huxley

“A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.” – Aristóteles

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Algumas pessoas já me perguntaram no post Intercâmbio – Cambridge (UK) sobre a diferença entre Oxford e Cambridge para intercâmbio e acho que o assunto merece um texto exclusivo.

O que vou escrever se baseia em coisas que li antes de viajar e ouvi do pessoal da agência, mas minha dúvida inicial era ou Cambridge (UK) ou Chicago (USA). Nunca pensei em Oxford porque eu não gosto muito do Harry Potter! Kkk Isso é sério!!! =P

As duas cidades são muuuito parecidas: arquitetura antiga e a maioria dos prédios são de pedra (como eu dizia lá: Cadê as cores??? – rs – Uma fábrica da Suvinil ia faturar lá, hehe) e são cidades universitárias, com importantes colégios, senão os mais importantes da Inglaterra. Existe uma grande rivalidade entre ambas as cidades e seus moradores… A Universidade de Cambridge foi fundada em 1209 por ex-alunos da Universidade de Oxford que discordavam dos rumos da antiga “casa”. As cidades alternam vitórias em vários campos: no ranking das melhores universidades do Reino Unido, NA DÚVIDA DOS INTERCAMBISTAS, nas regatas disputadas anualmente no Rio Tâmisa e até em prêmios Nobel. Berço de cientistas brilhantes, como Isaac Newton, por exemplo, cada uma tem as suas armas para conquistar estudantes e visitantes.

???????????????????????????????Comparando as duas, preferi Cambridge basicamente por: Ser menor, ter o lago para andar de gôndola (infelizmente só funciona no verão e por isso não pude fazer), e por, na minha cabeça eu achar “mais nova”. Coisa minha mesmo… Acho Oxford mais populosa (o que eu não queria para o intercâmbio) cinzenta, fria, que só “pensa” em futebol e Harry Potter.

A distância das duas cidades para Londres nem faz diferença:
De Cambridge para Londres – 65.8 milhas = 105.9 km
De Oxford para Londres – 60.5 milhas = 97.4 km

Acho que, independente de Cambridge ou Oxford, o importante é ler bastante sobre as cidades, conversar com pessoas que tiveram essa experiência e pensar com calma.

Muita gente não conhece e nunca ouviu falar sobre Bath, que foi meu caso… Só descobri que existia quando já estava lá. Não deixa de ser mais uma opção: http://www.kaplaninternational.com/por/escolas/uk/ingles-bath.aspx

Só para constar, não sou “garota propaganda” da Kaplan não, viu… Falo e coloco os links porque foi a experiência que eu tive e gostei muito.

Beijos e espero que tenha gostado do texto!

DÚVIDAS?

Posso te ajudar de acordo com minha experiência. Escreva aqui nos comentários, para que outros intercambistas possam ver também… Respondo rapidinho. Bjo.

O que fazer nos Estados Unidos na segunda vez que estava indo para lá era a pergunta que não saia da minha cabeça… Repetir os parques e se sim, quais? Da primeira vez, fiquei 20 dias entre Orlando e Miami, dessa, seriam apenas 10. Essa viagem foi de 10 a 21 de abril deste ano, de 2013. Sei que esse texto está um pouquinho atrasado, mas nunca é tarde hehe.

Essa viagem foi tudo diferente. O plano era ficar em Miami mais tempo, já que da outra vez (03/2012) não foi possível. Chegada em Miami, pega carro e vai pra Orlando. Em Orlando foi de 10 a 17 e apenas 4 parques… Os outros dias foram em Miami. Parques repetidos: Busch Gardens (porque da primeira vez eu estava passando mal e só tinha ido em um brinquedo. Dessa vez amei e na minha opinião, lá estão as melhores montanhas-russas de Orlando, se bem que lá é em Tampa), Sea World (eu precisava ir na Manta – montanha-russa de lá), Hollywood Studios (por causa do elevador e dos brinquedos. Ah, e também por causa do Pluto, meu amor! Hehe…) e o novo foi o Discovery Cove. Antes de ir ao Discovery Cove, tive muitas dúvidas do que levar e como funcionava… Lá é assim: Você chega na recepção, faz seu check in e vai direto para um café da manhã. Ainda na recepção, o pessoal vai ver qual pacote foi comprado e seu crachá será de acordo com isso. Caso compre algum mergulho, aparecerá no seu crachá e o horário que deve se apresentar no local onde ele será feito. Roupa pra mergulho, toalha, shampoo, condicionador, sabonete… Tudo incluso. Perto do meio dia, eles servem o almoço e mais a tarde tem um lanchinho. O tempo todo você tem salgadinhos, “sorvete” (tipo raspadinha) e refrigerantes à vontade nos quiosques. Na piscina dos Golfinhos, tem uma prainha na frente, pra ficar assistindo as gracinhas que eles fazem, é legal! Também tem mergulho com aqueles capacetes de astronauta, sabe? Esse eu não fiz. Fiz o com os Golfinhos e foi legal! O meu foi o “Capricorn”, um fofo!!! Dá um pouco de dó deles, porque alguns turistas os arranham quando vão fazer carinho e eles não param de trabalhar… É grupo atrás de grupo e eles estão sempre lá, pra fazer as mesmas gracinhas em troca de peixe. Confesso que fiquei meio chateada lá… Não entrei muito no mérito dos cuidados, do tempo que eles trabalham por dia, mas só o tempo que fiquei ali (das 9h até umas 16h) eles não pararam. Enfim… Valeu a pena. Tive que comprar umas fotos, claro! É caro, prepare seu bolso!

Outra coisa que aproveitei por ser a segunda vez, foram os Outlets com mais rapidez! Não gosto de shopping, compras, nada disso! Só compro quando preciso. No Outlet fui mais direta, já sabia onde eram as lojas e foi maravilhoso!

Também quero registrar que o hotel foi muuuito bom, na cara do Sea World e Discovery Cove. Foi o Marriot at Sea World. Recomendo!

Abaixo, algumas fotinhos…

Bjos!

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